Opinião

Desde a primeira hora que Paulo Cunha definiu como uma das suas prioridades a proximidade às empresas e a valorização da força industrial do território famalicense. E tem-no feito de forma muito natural e credível, não chamando a si o respetivo protagonismo; antes pelo contrário, a sua ação tem permitido criar as condições necessárias, dentro das suas competências, para a implementação dos respetivos projetos.

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Dizer que as agências “têm dificuldade em justificar a colocação do rating soberano do país na categoria lixo" é desculpa de mau pagador. A dívida pública disparou, o défice só foi cumprido ardilosamente e a economia cresce menos do que crescia no tempo do governo PSD/CDS-PP.

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Famalicão e os Famalicenses neste momento estão no centro das atenções nacionais e internacionais, isto porque, foi criada uma dinâmica de atração de investimento, de crescimento e desenvolvimento em termos empresariais..., que refletem a razão pela qual o concelho está na dianteira da competitividade e da produtividade, é atrativo para o investimento empresarial e exporta cada vez mais.

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Indo de encontro ao que o Presidente da Câmara tem defendido, que a governança do território está a cargo de todos e cada um dos famalicenses, o inquérito concluiu que 90% dos famalicenses concorda que podem participar ativamente na vida da comunidade.

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